
Inspirado neste post do site Fotografe uma Idéia, decidi listar também as 5 coisas que considero imprescindíveis para um fotógrafo:
1. Discernimento - Aqui entendido como a capacidade de decidir o que é relevante para sua obra e para seu público.
2. Respeito pelo seu objeto - Pessoas, coisas, paisagens, não importa. Respeite, preserve, trate com atenção e carinho tudo que você fotografa.
3. Conhecimento - Sua fotografia será sempre influenciada pelo quanto você sabe. Não me refiro apenas ao conhecimento técnico, mas principalmente ao quanto você sabe sobre tudo.
4. Paciência - Tudo tem seu tempo certo e é preciso saber esperar por ele. O tal “momento decisivo” é caprichoso e não gosta de gente apressada.
5. Auto-crítica - Nem toda foto que você faz é boa. Na verdade, antes de chegar a uma boa foto, você certamente fará muitas fotos ruins. Portanto, seja cuidadoso na escolha daquelas que você irá mostrar aos outros.
Toda festa tem a galera que só vai embora no lixo.
Estes aqui estavam, literlmente, “em águas”, bebendo uma mistura de cerveja com água salgada.

Eu ainda não havia tirado o olho do visor quando esta criatura saiu do mar se oferecendo para uma foto. Seria o Aquaman? Não! Acho que era o tenebroso Homem Siri.

Ainda bem que fui salvo a tempo por este grupo de turistas simpáticos que caminhava na beira d’água.

Ufa! Mais adiante, encontrei mais um grupo de jovens, cantando como se a previsão dos Mayas fosse se concretizar amanhã.

E por que não começar 2012 dormindo de conchinha? Só espero que nas outras noites do ano eles lembrem de tirar a roupa.

Para encerrar, eis a foto que mais gostei de ter feito. Ela é cheia de paixão, carinho, delicadeza e esperança.

Em vez de fogos de artifício, este ano decidi fotografar o rescaldo do Reveillon nas praias de Buraquinho e Vilas do Atlântico, onde moro.
Os primeiros raios de sol revelaram uma cena de fim de mundo, como se um tornado tivesse acabado de passar por ali. Uma imensa quantidade de lixo espalhado por toda parte, pessoas dormindo na areia, largados como corpos sem vida.
Como não sou fotojornalista, preferi fotografar detalhes, pequenos recortes daquela cena dantesca. De perto, a primeira constatação foi que aquele não era um lixo qualquer. Era o lixo do luxo (por mais batida que seja essa expressão), como vocês podem ver a seguir.






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Este presente Iemanjá devolveu porque, em meio a tanta bebida boa, dar Natasha para a Rainha das Águas é sacanagem.
